junho 17, 2014

tecnologia ancestral de efeito melancólico - Experimento

0. Musik
0,2 erste Gefühl
1. Übersetzung Worte Portugiesisch. Medium: Brain.
2. Übersetzung der portugiesischen Sprache in Deutsch. Medium: google Übersetzer.

Versuchen, Transkription Technologie | für künftige Medien-Archäologen

Geografie, Wetter, Kälte: Ich habe nie die Bewegung verraten
Ich habe noch nicht fertig sein Gothic
und weiter

Schwarz und Weiß macht mich
Schwarz und Weiß macht mich

Es ist eine Art der Anbetung
Es ist die traurige Sprache
Systematisierung einige Leute
ästhetisch gebildete
die Vorherrschaft der Natur kühlen Farben
Und der Körper entwickelt sich Atom Düsternis
Hier ist immer kalt
Hier sehe ich die Großmutter Stock, verkrüppelt und dauert

und Trauer macht mich weißer
und Trauer macht mich weißer

ein Zeitraffer: Expressionist Affe die Bewegung niemals verraten
er war beeindruckt
Vor dem Beginn der Zeit, er war beeindruckt
und weiter

immer etwas, das Sie denken, dass es für Sie macht:
klar, dass es für mich war! Scheiße. klar, dass es für mich war.

junho 06, 2014

O Poder abusivo da Cantada de Rua

Depois de ler essa matéria sobre assédio nas ruas e uma suposta tentativa de vincular Feminismo e empoderamento feminino à luta de classe, fiquei meio perdida na minha condição de "branca privilegiada". Afinal de contas, questiono acerca da minha cor e da posição que ela detém numa sociedade extremamente machista, racista e patrimonialista.
Mas foi por pouco tempo. Literalmente, uma coisa não tem nada a ver com outra. Não cabe de maneira alguma falar de preconceito contra os brancos pois isso não existe (mesmo), mas entender a cantada e o desrespeito à mulher como uma ferramenta legítima dos homens pobres pra denunciar sua condição de classe já é demais.

Segundo a jornalista, uma mulher branca e de classe média deve desculpar e aceitar a cantada abusiva de um porteiro negro e pobre porque ela tem um marcador social historicamente privilegiado e precisa atentar - ceder - à luta de classe.

A jornalista não percebeu essas várias mensagens implícitas na sua construção textual:
1- se o rapaz fosse branco e rico ela ia revirar os olhinhos, afinal as mulheres só pensam em dinheiro né?
3- a mulher negra e pobre não é assediada diária e sistematicamente, né?
4- o desrespeito às mulheres negras e pobres é legítimo quando vindo de homens igualmente pobres e negros, né?



Não posso me furtar, aqui, à questão diretamente ligada aos meus estudos sobre relações de poder e Dominação - e que acho muito pertinente num debate como esse: o marcador de PODER machista do homem (eu te assedio pq sou homem, e isso basta pra justificar meu DOMINIO) não deve ser combatido pelo marcador de PODER social da mulher (eu denuncio seu abuso e você deve ser julgado e, talvez, punido)?

Essa autora está perdida nos encantos hipnóticos da argumentação e do culto da Igreja academicista teórica; ficou tão inebriada com a sua "descoberta" que não se percebeu uma alta sacerdotisa do Sofisma.

maio 30, 2014

Quem tem boca fode Roma

Pra falar um pouco sobre transgressores sexuais em Roma temos a seguinte premissa, super básica: o povo romano nem sabia de que se tratava o binarismo gay/hetero. Além disso, pretendo relacionar Transgressores com Identidade de gênero e, portanto, é complicado lidar com tão poucas fontes e costurar esse textículo que cita minimamente a existência romana pervertida. O povo que adorava Cesares tinha dois, isso sim, dois pares bem definidos e intrínsecos à sua Etica sexual: macho/fêmea e ativo/passivo.

Vamos começar com exemplos. Os romanos não teriam criado conceitos como transgênero, homossexualidade, bissexualidade, heterossexualidade; todos esses são construções modernas. Um cidadão de Roma teria visto uma mulher que vive como um homem como uma mulher vestida de homem. Esses conceitos não existiam na sexualidade romana - eles operavam em mundo de significados e referências diferentes de nós. 

Não preciso me estender nas explicações teóricas já que somos herdeiros culturais-fractais dos Antigos do ocidente e você já "aprendeu" que o papel ativo cabia ao homem e o passivo à mulher, num espectro de sexualidade muito lógico para o povo de Roma. Outro fator interessante: Honra e moralidade (Pudicitia) estavam diretamente ligados às bocas romanas, um símbolo de sua honestidade e sua palavra. E então, quem recebe um pinto na boca...

...sim, era passivo. E lembre-se, as mulheres eram "naturalmente" passivas. Para um romano, quem fazia o sexo oral era passivo, e quem recebia, ativo. Portanto, um homem fazer sexo oral era uma transgressão à etica da Pudicitia em todos os aspectos. Imagine, ele não apenas era passivo, mas passivo a uma mulher! 

Quase um passivo super passivão. Impensável!

Obviamente romanos não tinham acesso a hormônios e cirurgias para fazer uma transição completa, mas haviam homens biologicamente identificados como homens que escolheram viver como mulheres e romanos do sexo feminino  que tentaram viver como homens. Explico o "tentaram" antes de ser acusada de sexismo: o problema estava nas leis romanas e na sociedade extremamente patriarcal e de valores super machistas, sendo a identidade e entidade masculina e feminina protegidas por diversas leis especificas. E pra que servem leis morais? Pra transgredi-las! diriam alguns romanos em coro. 

Até uma mulher poderia ser masculina/ativa, mas... se chupasse outro ser... hum... então não era tão macho não. Existe um poema de Marcus Valerius Martialis que fala sobre uma mulher, Philaenis, que levanta pesos, pratica esportes, fica bêbada e fode homens e mulheres. Martialis diz que ela não ganha nota 10 no quesito masculinidade porque ela chupa as mulheres que ela fode, coisa que um homem romano ativo nunca faria. 

Aqui o poema pra vocês darem uma lida:

[Marcus Valerius Martialis, c. AD 40–c. 104]

Epigram LXVII, Book VII

Philaenis the bulldyke buggers boys
and hornier than a married man
she screws eleven girls a day.
Tucking her skirt up, she will play
at handball; smear herself with grit
and wrestle; with the bum-boys swing
the dumb-bells round; grow foul with sweat,
and even let the trainer’s whip 
correct her; next, she sinks her booze,
and pukes it up, in time for dinner;
wolfs a share of training rations
sixteen times over; then she swills.
After all this, it’s time to fuck.
Pricks she won’t suck; she thinks it’s sissy,
but gobbles up the cracks of girls.
Philaenis, may the gods bestow
what you think butch – a cunt to lick.


O próprio curso alternante e alternado da Historia, cheio de micro-historias que pontuam toda mega narrativa - a despeito dela ser contada e limitada pelos vencedores  - anuncia atitudes transgressoras que caracterizam mais um movimento artistico pessoal que  uma suposta linearilidade evolutiva conceitual. 

Explico: o conhecimento de certos documentos e acesso aos antigos agrega muita informação que desqualifica os discursos de igualdade e valida a transgressão: a facada na homogeneidade tão cara à cultura. Cultura que alinha versus Arte que transgride. Portanto, talvez o erro não esteja na crença e aceitação das desigualdades, mas na violência politica que almeja colocar todo mundo na mesma fôrma e utiliza moldes datados - na maioria vinculados a segmentos sociais privilegiados. A igualdade não existe; é a diferença que faz a diferença no mundo contemporâneo. E isso nos torna iguais na diferença.

Deixo aí pra vocês uma referência bibliográfica legal. A fonte é essa, e cada historiador interpreta vestigios materiais e fontes de acordo com sua época e referências. Se não concorda com o meu ponto, vá nas fontes e faça sua interpretação. Exercita tua crítica e fode o Império!


Fontes:

Amor, Desejo e Poder na Antiguidade, ed. Unicamp, São Paulo, 2003

The Lesbian Pillow Book, ed. Alison Hennegan, London, Fourth Estate, 2000.
http://www.gillianspraggs.com/translations/philaenis.html



abril 23, 2014

Em Porto Alegre - Dominatrix

De volta a Porto Alegre, até meados de maio.

Já visitou meu Tumblr? Quem sabe tu se interessa nas minhas referências - que a primeiro momento não concatenam. Talvez num segundo? Dá uma vasculhada.


abril 03, 2014

Voltando pra São Paulo

Uma prévia de fotos enquanto o site não esta atualizado aqui ó: fotos.

Estou em São Paulo dia 7 de abril e fico somente até dia 12, menos de uma semana! Se tu deseja marcar sessão, corre nesse link, lê as minhas condições, fetiches e entra em contato por e-mail o mais rápido possivel. 

Envie sua experiência, idade, principais desejos, restrições e fique bem atento às minhas práticas preferidas! Envie também opções de datas e horários disponíveis. Reitero que não tenho restrições para receber pessoas que estão iniciando nas descobertas fetichistas, já que cada encontro é uma nova experiência.

Para marcar vou priorizar sessões mais longas, no mínimo 2 horas. Com depósito antecipado você garante seu horário comigo - peça os dados pelo email e seja objetivo: já saio de Porto Alegre com vários horários preenchidos.

Ficarei no bairro Higienópolis.


fevereiro 11, 2014

Libertinos, Dommenique e Daniela na VIP

Uma degustação online da matéria do querido e erudito erótico nas horas vagas e não vagas Edward Pimenta, publicada na VIP de fevereiro/2014.
Texto ótimo, referências maravilhosas e um dos retratos mais fiéis do meu trabalho; grande perspicácia e visão aguda do Edward!
Dá uma olhadinha aqui.



fevereiro 01, 2014

janeiro 28, 2014

a fixação de Montaigne pelo sistema digestivo e a utilidade da escatologia

"Au plus eslevé throne du monde si ne sommes assis que sus nostre cul."
(Mesmo no mais elevado trono do mundo, continuamos sentados sobre nossos cus)

janeiro 27, 2014

Eros Informação

Title=Fact: This is a transcript of memory, a database, and unblocking a bottleneck of information.

my head is buzzing because I have no rivals
I want the rival
which category of friends, is the best of all
I annoy you : this is my desire
so keep in my discontinuous evolution, my slow temporality
and individuation
Your rival is smart as Abel ,
I mean,
like a donkey ?
not cultivate friendship!

just say :
its worth I explain what I write ?
its worth explaining what I act ?
just because you grasp the binary , download the information and translate
as I do here, now, on Google Tradutor
and this is what the work expresses
it is the fruit of the creation by man-machine

I am a technologist
and perform an inventive act
The inventive step is critical to be technical
x doesn't exist without the act!

For friendship, choose Cain
his eyes are soot
Poke your own eyes and wash the paper with blood
x don't need to see the stained letters
Red draws more attention than black in any media

Beside Sacrificed, maybe I happy being just a Fakir
or an artist
or a mistress
working insanely to death, Stockhausen



Bispo do Rosário 

janeiro 26, 2014

A Virada Cibernética Fetichista

Meu único talento - e prazer maior - é analisar, coletar dados, fazer leituras e prognósticos desse universo Ultra Materialista, anotando a impressão que obtenho através da arte/vida experimental que eu levo; flaneur das intimidades. E, pra quem não sabe, é fácil reorganizar essas informações e devolver produtos fetichistas altamente consumíveis - não do ponto de vista do acesso, mas da criação de uma espiral crescente de desejo e cobiça (ohh).

Como também sou Dominatrix, tenho acesso facilitado aos recônditos mais primários dos objetos e das relações de poder e servidão; mas num estilo Simondon!

Por isso, aos poucos esse blog está se tornando banco de memória, expressão violenta, experimentação estética relacional faketual, ajuntamento. Fica atento pois o texto pode ser xarope e viciado algumas vezes, mas não cai na babaquice de que tudo que é escrito numa linguagem científica é necessariamente científico. Tem muita merda encapsulada e muitos pacotes de informação clichezística sendo manipulados aqui, nesse meu centro de experimentação virtual. Especial interesse pelo Homo Sapiens Fetichista, consumismo, cultura e arte Ocidentais, desejo, mecanismos expiatórios e a erudição do sofrimento. 

Ah, importante: Não sei escrever pra público picas nenhum. Minha escrita pode ser chatinha e meio acadêmica, e acho justíssimo te avisar antes que saia me esculhambando :)

Pode ser legal a quem interessa relações de poder e arte-fetiche, como eu, dar uma olhadinha em ALBA e no domínio exercido sobre a micro-micro-micro-informação. Ao sair do quarto sadomaso, você se dá conta que essas relações estão mto além do que o microscópio do colégio pode te mostrar.







FAIL!





janeiro 12, 2014

Tô em São Paulo: Psycho Tropical Berlin

Estou de volta, sadomaquistas e simpatizantes!


Aqui deixo um sonzinho pra vocês. O estilo surfmusic é de onda gelada, pois aqui vos fala uma herdeira dos musgos que nasceu na terra da alegria, calor e felicidade. Ou não? 

Mas nem se importe com nada e só curte. É tudo conceitinho, haha. Relaxa e acompanha minha fanpage se quiser, ali eu fico jogando umas fotos e ideias bem no estilo "banco de dados e memória virtual". É uma forma de saber por onde eu ando.

Pra marcar um encontro, manda um email falando um pouco mais de ti. Eu tenho um livro também, sabia? Se te interessa, dá uma lida. Apenas relatos de fragmentos, relatos de viagem.




dezembro 09, 2013

Dominatrix: de São Paulo a Porto Alegre; e vice versa.

Now, it's official 

I'm in São Paulo until this December 17, then follow to Porto Alegre to enjoy with family and dear friends and I don't know when I'll be back.

And pay attention, slaves from Porto Alegre: I will BDSM session under careful review!
Go to "Marcar Encontro".


outubro 30, 2013

agosto 14, 2013

Dominatrix latex fetiche em São Paulo

Então pessoal... enfim cheguei em SP. Entra em contato na aba "MARCAR ENCONTRO" depois de ler as instruções que estão ali. Só vou marcar a partir de segunda-feira, portanto, há tempo de mandar suas características, restrições, fetiches... enfim, fala de ti. Preciso saber se vai conseguir me servir e me deixar super satisfeita.
 
O valor parte de 500 uma hora, local próprio em Moema, super discreto e que demanda civilidade e educação dos meus escravos!
Mande no e-mail suas opções de horarios (pela manhã é difícil eu marcar, hein!) e te respondo com o que tenho disponível e meu telefone (mas isso a partir de segunda, acabei de chegar e ainda preciso me ambientar por aqui.
 
Até daqui a pouco, slave.

julho 26, 2013

Tá com as asinhas de fora? Já tô chegando em SP.

Antes, vamos fazer a Domme botar os saltos em São Paulo em grande estilo, como sempre. 

É... tô chegando... com novos acessórios, cada vez mais interessada em bondage, objetos, spanking, látex e erotismo. 

Presentes, látex, servidão, um bom lombo pra bater e muita vontade de te mostrar teu lugar.



julho 03, 2013

Lartigue, a sorte de um cabelo comprido e o processo.

Novas Posturas, RPG mental, capitulo 2: da dificuldade de cortar os cabelos no seu processo de transformação da matéria.

O capitulo 1 era algo sobre como largar uma profissão, escrever um livro botando a cara na capa e dizendo pra todo mundo que você ta se fodendo, que quer mesmo é comercializar sexo sadomasoquista.



as pessoas se preocupam com CABELO. cabelo! 
acham que eu enlouqueci. por que é cabelo louro? pessoal acha que é um sacrilégio. 

eu comecei a tirar muitas fotos de uns tempos pra cá. e cara, uma foto é uma visão de outra pessoa sobre ti.

e pensei: quando eu me olho no espelho, me vejo linda. mas na foto, na visão de outro, não. eu preciso que o fotografo se relacione comigo, que me veja. que acredite em mim, não na minha forma e conceito. eu gosto das fotos do Lartigue, sabe de que tipo de foto eu falo? acho incríveis. não pelas imagens em si, mas porque nas que ele fez até os 16 era só a emoção de contemplar o processo, o movimento. nem maturidade motora, nem ajustes na câmera, pouca lógica aparente.

e pensei de novo: não estou me comunicando, não estou conseguindo. isso importa sim, meu foda-se é pra quem não bota a cabeça pra fora, pela janela, numa egotrip. quero saber quem são essas pessoas away. tem gente demais no mundo, ferramentas como fotos, roupas, cabelos são necessárias: ao tecnológico, o que é lógico. atenção, eu falei ferramentas!

do meu pensamento, ao verbo: porque não passar por essa experiência de matar o cabelo belo e sentir a maravilha do processo, ele crescendo? que ele na verdade é um conceito de sorte e felicidade, mas só isso? (só=estou falando do conceito).
louro, comprido, cheio de ondas, símbolo de que, porra! tu tem sorte! Não corta isso.
sorte de que? 
aí, tive que cortar.

Agora, leia com pausa dramática, e um minuto de silêncio pro John:
Cabelo é um conceito.
Eu não acredito na dor.
Cabelo não vai medir o tamanho de algo que não existe, a "dor", por exemplo.
Eu não acredito em cabelo, eu não acredito em deus.
Eu acredito em mim.

junho 15, 2013

Prêmio melhor fotografia Lisbon Fetish Weekend

Ano passado fizemos um trabalho super e acabamos ganhando um concurso de fotografia fetichista em Portugal, na Lisbon Fetish Weekend!
Com o toque de midas da linda fotógrafa Juliana Robin, do apoio da super top Mel, do make power-lúdico-sci-fy da Verena May e meu corpinho encarnando a glam-alien, recebemos com muita alegria essa notícia e parabenizamos os demais vencedores. 
Beijos fetichistas do Brasil!

Aqui a foto vencedora:

maio 20, 2013

A Cadela


A foto da capa já dá uma pequena mostra do nos aguarda no filme de Marco Ferreri, com Marcello Mastroianni e Catherine Deneuve nos papéis principais. A temática BDSM / fetiche é recorrente nos filmes deste diretor. Neste, Liza (Catherine Deneuve) numa viagem de iate com amigos resolve, literalmente, abandonar o barco. Ela desembarca numa ilha habitada apenas por Giorgio (Mastroianni), um artista excêntrico e antissocial  e seu cachorro, Melampo.

Visivelmente incomodado com a presença de Liza, tem início um jogo perverso de dominação e submissão entre os dois, onde Giorgio embora atraído pela beleza de Liza finge ignora-la, demonstrando um falso desdém - e isso acaba atraindo Liza para uma espiral crescente desse jogo de poder. Muito envolvida, a mulher atrai Melampo para uma armadilha, causando a morte do fiel companheiro de Giorgio. 

Pobre cão!

Consternada com o efeito devastador dessa perda para Giorgio, Liza termina se submetendo de vez usando a coleira de Melampo, portando-se como cadela.

A partir daí vemos cenas sensacionais entre os dois. Para quem curte troca de poder é um filme para ter em casa! Dois dos melhores e mais belos artistas do cinema, numa situação de tensão erótica crescente... afinal, que Mestre não gostaria de ter Catherine Deneuve encoleirada e que submissa não desejaria a mão de Marcello Mastroianni segurando a guia de sua coleira?

maio 17, 2013

Fotografia: Doris Kloster


Doris Kloster começou seu trabalho como curiosa (assim como tantos outros) e acabou se apaixonando por esse “universo paralelo”.

Mais um livro da editora alemã Taschen, que sempre se mantém independente e aberta a todo tipo de assunto: desde arte (da clássica até a de vanguarda), assim como temas ligados a sexualidade.


Apesar do livro ser relativamente antigo, mantem-se fresco. Doris acompanhou e registrou com sua máquina (as digitais ainda eram um embrião) o dia a dia de algumas Dommes e da cena BDSM Nova Iorquina da época.

Ao contrário de outros tantos livros de ensaios este mostra pessoas REAIS, em situações REAIS, na vida, clubes, profissional, festas e etc. Eu, como praticante do BDSM (que curte, respeita e quer desmistificar nosso modo de prazer) e consumidora de todo tipo de arte e mídia pertinente ao assunto, acho esse livro uma obra prima!

Aprecie sem moderação as roupas, equipamentos (desde o mobiliário, passando por ridding crops  até um simples pregador de roupa), fetiches - podolatria, smother, sissification, S&M mais leve ao mais pesado e principalmente as pessoas, como eu, você... NÓS!  

Doris Kloster
Autor: Doris Kloster
Editora: Taschen