abril 23, 2014

Em Porto Alegre - Dominatrix

De volta a Porto Alegre, até meados de maio.

Já visitou meu Tumblr? Quem sabe tu se interessa nas minhas referências - que a primeiro momento não concatenam. Talvez num segundo? Dá uma vasculhada.


abril 03, 2014

Voltando pra São Paulo

Uma prévia de fotos enquanto o site não esta atualizado aqui ó: fotos.

Estou em São Paulo dia 7 de abril e fico somente até dia 12, menos de uma semana! Se tu deseja marcar sessão, corre nesse link, lê as minhas condições, fetiches e entra em contato por e-mail o mais rápido possivel. 

Envie sua experiência, idade, principais desejos, restrições e fique bem atento às minhas práticas preferidas! Envie também opções de datas e horários disponíveis. Reitero que não tenho restrições para receber pessoas que estão iniciando nas descobertas fetichistas, já que cada encontro é uma nova experiência.

Para marcar vou priorizar sessões mais longas, no mínimo 2 horas. Com depósito antecipado você garante seu horário comigo - peça os dados pelo email e seja objetivo: já saio de Porto Alegre com vários horários preenchidos.

Ficarei no bairro Higienópolis.


março 25, 2014

Stories of Strange Women

Stories of Strange Women

Published 1906 by J. Long .Written in English.


março 23, 2014

PainLustBodyFearEconomography

















More: Ren Hang

março 17, 2014

Spanking Infographic: Make sure it ends in tears and... A nice drink!



março 05, 2014

trabalhadora das plataformas sexuais de volta a Porto Alegre

Quase num regime 15/15 entre São Paulo e Porto Alegre, aqui estou de volta ao Sul!

fevereiro 24, 2014

Dominadora Profissional em São Paulo - Dominatrix

Fico até início de fevereiro/2014 em São Paulo.

fevereiro 11, 2014

Libertinos, Dommenique e Daniela na VIP

Uma degustação online da matéria do querido e erudito erótico nas horas vagas e não vagas Edward Pimenta, publicada na VIP de fevereiro/2014.
Texto ótimo, referências maravilhosas e um dos retratos mais fiéis do meu trabalho; grande perspicácia e visão aguda do Edward!
Dá uma olhadinha aqui.



fevereiro 01, 2014

ostentação, desabamento e a dominatrix

Os personagens mais marcantes de 2013 regravam A Liga!

E vejam só: estou entre ostentação e desabamentos numa nova matéria, dessa vez com Thaíde.

A Liga - <p>30/01 - Volta às Histórias</p>Suuuuuusexo! Infográfico: A Liga - 30/01 - Volta às Histórias



janeiro 28, 2014

a fixação de Montaigne pelo sistema digestivo e a utilidade da escatologia

"Au plus eslevé throne du monde si ne sommes assis que sus nostre cul."
(Mesmo no mais elevado trono do mundo, continuamos sentados sobre nossos cus)

janeiro 27, 2014

Eros Informação

Title=Fact: This is a transcript of memory, a database, and unblocking a bottleneck of information.

my head is buzzing because I have no rivals
I want the rival
which category of friends, is the best of all
I annoy you : this is my desire
so keep in my discontinuous evolution, my slow temporality
and individuation
Your rival is smart as Abel ,
I mean,
like a donkey ?
not cultivate friendship!

just say :
its worth I explain what I write ?
its worth explaining what I act ?
just because you grasp the binary , download the information and translate
as I do here, now, on Google Tradutor
and this is what the work expresses
it is the fruit of the creation by man-machine

I am a technologist
and perform an inventive act
The inventive step is critical to be technical
x doesn't exist without the act!

For friendship, choose Cain
his eyes are soot
Poke your own eyes and wash the paper with blood
x don't need to see the stained letters
Red draws more attention than black in any media

Beside Sacrificed, maybe I happy being just a Fakir
or an artist
or a mistress
working insanely to death, Stockhausen



Bispo do Rosário 

janeiro 26, 2014

A Virada Cibernética Fetichista

Meu único talento - e prazer maior - é analisar, coletar dados, fazer leituras e prognósticos desse universo Ultra Materialista, anotando a impressão que obtenho através da arte/vida experimental que eu levo; flaneur das intimidades. E, pra quem não sabe, é fácil reorganizar essas informações e devolver produtos fetichistas altamente consumíveis - não do ponto de vista do acesso, mas da criação de uma espiral crescente de desejo e cobiça (ohh).

Como também sou Dominatrix, tenho acesso facilitado aos recônditos mais primários dos objetos e das relações de poder e servidão; mas num estilo Simondon!

Por isso, aos poucos esse blog está se tornando banco de memória, expressão violenta, experimentação estética relacional faketual, ajuntamento. Fica atento pois o texto pode ser xarope e viciado algumas vezes, mas não cai na babaquice de que tudo que é escrito numa linguagem científica é necessariamente científico. Tem muita merda encapsulada e muitos pacotes de informação clichezística sendo manipulados aqui, nesse meu centro de experimentação virtual. Especial interesse pelo Homo Sapiens Fetichista, consumismo, cultura e arte Ocidentais, desejo, mecanismos expiatórios e a erudição do sofrimento. 

Ah, importante: Não sei escrever pra público picas nenhum. Minha escrita pode ser chatinha e meio acadêmica, e acho justíssimo te avisar antes que saia me esculhambando :)

Pode ser legal a quem interessa relações de poder e arte-fetiche, como eu, dar uma olhadinha em ALBA e no domínio exercido sobre a micro-micro-micro-informação. Ao sair do quarto sadomaso, você se dá conta que essas relações estão mto além do que o microscópio do colégio pode te mostrar.







FAIL!





janeiro 12, 2014

Tô em São Paulo: Psycho Tropical Berlin

Estou de volta, sadomaquistas e simpatizantes!


Aqui deixo um sonzinho pra vocês. O estilo surfmusic é de onda gelada, pois aqui vos fala uma herdeira dos musgos que nasceu na terra da alegria, calor e felicidade. Ou não? 

Mas nem se importe com nada e só curte. É tudo conceitinho, haha. Relaxa e acompanha minha fanpage se quiser, ali eu fico jogando umas fotos e ideias bem no estilo "banco de dados e memória virtual". É uma forma de saber por onde eu ando.

Pra marcar um encontro, manda um email falando um pouco mais de ti. Eu tenho um livro também, sabia? Se te interessa, dá uma lida. Apenas relatos de fragmentos, relatos de viagem.




dezembro 09, 2013

Dominatrix: de São Paulo a Porto Alegre; e vice versa.

Now, it's official 

I'm in São Paulo until this December 17, then follow to Porto Alegre to enjoy with family and dear friends and I don't know when I'll be back.

And pay attention, slaves from Porto Alegre: I will BDSM session under careful review!
Go to "Marcar Encontro".


outubro 30, 2013

Rafinha Bastos já sabe: Quem manda aqui sou eu!

A minha pequena participação, numa simulação de um encontro sadomasoquista com o Rafinha Bastos pra A Liga.

A realidade é muito mais intensa, erótica e envolvente, se liga nisso.


outubro 04, 2013

Venus in Furs; depois, curte o Domingo.






agosto 15, 2013

My protocol rights is somewhat dirty and jerky.


agosto 14, 2013

Dominatrix latex fetiche em São Paulo

Então pessoal... enfim cheguei em SP. Entra em contato na aba "MARCAR ENCONTRO" depois de ler as instruções que estão ali. Só vou marcar a partir de segunda-feira, portanto, há tempo de mandar suas características, restrições, fetiches... enfim, fala de ti. Preciso saber se vai conseguir me servir e me deixar super satisfeita.
 
O valor parte de 500 uma hora, local próprio em Moema, super discreto e que demanda civilidade e educação dos meus escravos!
Mande no e-mail suas opções de horarios (pela manhã é difícil eu marcar, hein!) e te respondo com o que tenho disponível e meu telefone (mas isso a partir de segunda, acabei de chegar e ainda preciso me ambientar por aqui.
 
Até daqui a pouco, slave.

julho 26, 2013

Tá com as asinhas de fora? Já tô chegando em SP.

Antes, vamos fazer a Domme botar os saltos em São Paulo em grande estilo, como sempre. 

É... tô chegando... com novos acessórios, cada vez mais interessada em bondage, objetos, spanking, látex e erotismo. 

Presentes, látex, servidão, um bom lombo pra bater e muita vontade de te mostrar teu lugar.



julho 03, 2013

Lartigue, a sorte de um cabelo comprido e o processo.

Novas Posturas, RPG mental, capitulo 2: da dificuldade de cortar os cabelos no seu processo de transformação da matéria.

O capitulo 1 era algo sobre como largar uma profissão, escrever um livro botando a cara na capa e dizendo pra todo mundo que você ta se fodendo, que quer mesmo é comercializar sexo sadomasoquista.



as pessoas se preocupam com CABELO. cabelo! 
acham que eu enlouqueci. por que é cabelo louro? pessoal acha que é um sacrilégio. 

eu comecei a tirar muitas fotos de uns tempos pra cá. e cara, uma foto é uma visão de outra pessoa sobre ti.

e pensei: quando eu me olho no espelho, me vejo linda. mas na foto, na visão de outro, não. eu preciso que o fotografo se relacione comigo, que me veja. que acredite em mim, não na minha forma e conceito. eu gosto das fotos do Lartigue, sabe de que tipo de foto eu falo? acho incríveis. não pelas imagens em si, mas porque nas que ele fez até os 16 era só a emoção de contemplar o processo, o movimento. nem maturidade motora, nem ajustes na câmera, pouca lógica aparente.

e pensei de novo: não estou me comunicando, não estou conseguindo. isso importa sim, meu foda-se é pra quem não bota a cabeça pra fora, pela janela, numa egotrip. quero saber quem são essas pessoas away. tem gente demais no mundo, ferramentas como fotos, roupas, cabelos são necessárias: ao tecnológico, o que é lógico. atenção, eu falei ferramentas!

do meu pensamento, ao verbo: porque não passar por essa experiência de matar o cabelo belo e sentir a maravilha do processo, ele crescendo? que ele na verdade é um conceito de sorte e felicidade, mas só isso? (só=estou falando do conceito).
louro, comprido, cheio de ondas, símbolo de que, porra! tu tem sorte! Não corta isso.
sorte de que? 
aí, tive que cortar.

Agora, leia com pausa dramática, e um minuto de silêncio pro John:
Cabelo é um conceito.
Eu não acredito na dor.
Cabelo não vai medir o tamanho de algo que não existe, a "dor", por exemplo.
Eu não acredito em cabelo, eu não acredito em deus.
Eu acredito em mim.

junho 25, 2013

Novas fotos vem por aí




junho 15, 2013

Prêmio melhor fotografia Lisbon Fetish Weekend

Ano passado fizemos um trabalho super e acabamos ganhando um concurso de fotografia fetichista em Portugal, na Lisbon Fetish Weekend!
Com o toque de midas da linda fotógrafa Juliana Robin, do apoio da super top Mel, do make power-lúdico-sci-fy da Verena May e meu corpinho encarnando a glam-alien, recebemos com muita alegria essa notícia e parabenizamos os demais vencedores. 
Beijos fetichistas do Brasil!

Aqui a foto vencedora:

maio 27, 2013

Lançamento BDSM 7 de junho na Travessa!



Pausa Dramática:



maio 20, 2013

A Cadela


A foto da capa já dá uma pequena mostra do nos aguarda no filme de Marco Ferreri, com Marcello Mastroianni e Catherine Deneuve nos papéis principais. A temática BDSM / fetiche é recorrente nos filmes deste diretor. Neste, Liza (Catherine Deneuve) numa viagem de iate com amigos resolve, literalmente, abandonar o barco. Ela desembarca numa ilha habitada apenas por Giorgio (Mastroianni), um artista excêntrico e antissocial  e seu cachorro, Melampo.

Visivelmente incomodado com a presença de Liza, tem início um jogo perverso de dominação e submissão entre os dois, onde Giorgio embora atraído pela beleza de Liza finge ignora-la, demonstrando um falso desdém - e isso acaba atraindo Liza para uma espiral crescente desse jogo de poder. Muito envolvida, a mulher atrai Melampo para uma armadilha, causando a morte do fiel companheiro de Giorgio. 

Pobre cão!

Consternada com o efeito devastador dessa perda para Giorgio, Liza termina se submetendo de vez usando a coleira de Melampo, portando-se como cadela.

A partir daí vemos cenas sensacionais entre os dois. Para quem curte troca de poder é um filme para ter em casa! Dois dos melhores e mais belos artistas do cinema, numa situação de tensão erótica crescente... afinal, que Mestre não gostaria de ter Catherine Deneuve encoleirada e que submissa não desejaria a mão de Marcello Mastroianni segurando a guia de sua coleira?

maio 17, 2013

Fotografia: Doris Kloster


Doris Kloster começou seu trabalho como curiosa (assim como tantos outros) e acabou se apaixonando por esse “universo paralelo”.

Mais um livro da editora alemã Taschen, que sempre se mantém independente e aberta a todo tipo de assunto: desde arte (da clássica até a de vanguarda), assim como temas ligados a sexualidade.


Apesar do livro ser relativamente antigo, mantem-se fresco. Doris acompanhou e registrou com sua máquina (as digitais ainda eram um embrião) o dia a dia de algumas Dommes e da cena BDSM Nova Iorquina da época.

Ao contrário de outros tantos livros de ensaios este mostra pessoas REAIS, em situações REAIS, na vida, clubes, profissional, festas e etc. Eu, como praticante do BDSM (que curte, respeita e quer desmistificar nosso modo de prazer) e consumidora de todo tipo de arte e mídia pertinente ao assunto, acho esse livro uma obra prima!

Aprecie sem moderação as roupas, equipamentos (desde o mobiliário, passando por ridding crops  até um simples pregador de roupa), fetiches - podolatria, smother, sissification, S&M mais leve ao mais pesado e principalmente as pessoas, como eu, você... NÓS!  

Doris Kloster
Autor: Doris Kloster
Editora: Taschen

maio 16, 2013

Bad Boys Get Spanked!





maio 15, 2013

A Condessa Vermelha segundo Sacher Masoch


Erzsébet Bàthory (conhecida como Condessa Sangrenta) tinha obsessão pela juventude de seu corpo. Cirurgia plástica? Não na Idade Média! Ela se banhava em sangue, como acreditavam alguns médicos da época acreditavam; mas ela queria mais: sangue humano.

A Condessa fazia o seu “estoque” de sangue. Segundo páginas de seu processo, ela foi acusada e condenada pela morte de mais de seiscentas camponesas virgens. As vítimas eram sangradas vivas depois de um sádico ritual de torturas que deixariam a turma do Doi-Codi no chinelo. E para o sadismo não perder território, Erzsébet Bàthory é julgada e torturada por um tribunal da Santa Inquisição e condenada ao emparedamento. Viva.

As cenas de fetiche e tortura, magistralmente retratadas por Pichard, conseguem captar exatamente o clima que Sacher-Masoch quis criar.

A história da nossa amiguinha Erzsébet Bàthory já rendeu vários livros com suas histórias sanguinárias, além de 3 filmes. E esta HQ de Pichard é praticamente obrigatória para quem gosta de um bom quadrinho erótico.

Ilustrações: Georges Pichard
Adaptação: J. M. Lo Duca
Editora: Martins Fontes


maio 10, 2013

Liberty in Restraint (2005)

Vencedor do Cinekink Festival, esse documentário mostra o trabalho de Noel Graydon, fotógrafo que se especializou na temática de BDSM, fetish fashion e sexo alternativo. Contém cenas reais, entrevistas e um material extra bem legal: making off e galeria de fotos.
O filme aborda principalmente uma temática tão recorrente nas mesas de bar mas tão pouco colocada em prática: a coragem de se expressar livremente. Mostra o artista e sua arte em progresso, desde seu começo - um trabalho ainda em busca de uma identidade - até a descoberta de sua paixão pela arte movida pela temática fetichista.
Como toda obra do gênero acaba revelando, mostra o preconceito ao que está fora dos padrões éticos e morais da sociedade e como um artista e sua arte podem ajudar a quebrar barreiras. Pra completar, o documentário nos mostra uma faceta da comunidade BDSM através dela mesma, e como a música, moda, arte e propaganda são influenciados pelo couro, látex, algemas, correntes e etc usados de forma fetichista.
Meu livro conta um pouco das minhas experiências e da minha perspectiva do BDSM. Tem lançamento na livraria Travessa dia 7 de junho/2013, no Shopping Leblon!

maio 08, 2013

Interview to the Zero Hora newspaper: "Dommenique Luxor, Brazil's Most Famous Dominatrix"


Dommenique Luxor talks about the work and routine of a Dominatrix

Assumed sadist, she loves her lifestyle, and men pay her top cash to exult in pleasure, while she abuses them.



From now on, you’ll be named slave.

That’s Dommenique Luxor’s  first warn on the book “Me, Dommenique”(Leya, 192 pages, R$ 19,90)), whose introduction is dedicated to explain the rules of engagement.  ”I’ll decide when I’ll use your body and your mind. You’ll be my pet, my doormat, my servant, my object.”

In sale for four months, the 7 thousand exemplars of the first edition are about to be sold out on bookstores – an enviable result to the Brazilian market, as 3 thousand copies frequently remain unsold. The writer, called Daniela Carvalho de Paula, was born 35 years ago in Canoas and about 10 years ago quit her job on Banco do Brasil, to become Dommenique Luxor, a professional dominatrix.

Assumed sadist, she loves her lifestyle, and men pay her top cash to exult in pleasure, while she trains and abuse them. Dommenique lives in Porto Alegre and her power is made clear by her look: Extra high-heeled leather sandals, black latex pants, a long blond hair, lengthening her 1,75m curvaceous body,

We’ve no evidences that another Brazilian dominatrix who exposed herself so much, assuming a lifestyle mostly seen on the underground. Here, differently from Germany, England or USA, we never had a sexually open-minded society, in those countries, these BDSM parties happens since the 70’s, and the fetish culture influenced on fashion and even music.

There’s no doubt that “Me, Dommenique”only exists due to “50 Shades of Grey”, best=seller from the British writer E.L. James, published in 2011dealing on BDSM. In its track, Leya Publishers searched for a Brazilian dome. And Dommenique wrote the 192 pages in amazing 2 weeks!
But be forewarned: if we compare the erotic and libido levels, “50 Shades” will seem naïve.

Donna – What are your clients profile?
Dommenique Luxor – It’s the profile of a cultured and well succeeded man. Usually they’re directors, managers, so they command the employees. They’re frequently refined people, well-travelled and who had access to tat kind of fetish by books or experiences abroad. Some of them appear on Caras, some are well known actors sons of bankers. Many of them are married.

Donna - Are the frustrated for not acting those fantasies with their wives?
DL - I wouldn’t say frustrated. They’re happy in their marriage. But at home, they already have pre-established roles, very well defined, and not always compatible with certain fantasies. They love their wives and usually they try to satisfy them, but they’ll hardly know that, to satisfy them, it1s useless to buy a plastic handcuff on a sex shop, because it’ll never represent a power based relationship.  Any man can beak it if he wants. It’s useless to those into bondage.

Donna - You said that many clients are bosses at work. Why men that are used to boss people around, like to be dominated?
DL -They have too much power in all of their lives aspects. That creates a lot of tension. So, they want to relax. But are they going to relax being beaten and humiliated? Yes, they relax when they lose the control over the situation. And it’s with a unknown person, away from their self-imposed routine, that they feel free to do so.

Donna - How fetish came into your life?
DL - When I was 5 years old I was fascinated by masked people. I remember a carnival in Rio with my father, and right from the middle of the parade, a man came out trying to frighten me, running towards me. He’s wearing a black skull mask, and I could only see his eyes. I went crazy with those eyes! I started dreaming with that, to have delightful dreams with masked people, that somehow looked more like an object then a man .My friends liked the Menudos , but I wanted to be kidnapped by Darth Vader. I always found myself attracted by the shy, submissive boys. I liked the nerd, the ugly ones.

We’ve no evidences that another Brazilian dominatrix who exposed herself so much, assuming a lifestyle mostly seen on the underground. 
Donna - Did you start feeling pleasure with others suffering when you’re a teen?
DL - When I was 18, I met a gothic, androgens look, thin, milky white, tattooed all over, who turned out to be my best friend. He asked me to put piercings on him. When we’re listening to music in the bedroom, he lay down on the floor and asked me to trample him all over his body, wearing high heels and I found it awesome. One day, he asked me to take him to a party wearing a collar and guided by me with a leash. Then we started going out this way.

Donna - Don’t you ever feel guilty for feeling pleasure by seeing people suffering?
DL - Sometimes I still blame myself. There are times when I think: “Am I evil? Am I stimulating violence?”. Well, it’s all done in privacy, absolutely consensual, the submissive part is there because he WANTS to, and I’m feeling cruel because I want. I’ve been questioning myself a lot less lately. Before, as a good dominatrix believed that everything happened because I wanted it to. It’s not true. What really happens is a power exchange, a two way street.

Donna - Did this sadism ever appear out of the sexual context?
DL - Never, I feel pleasure when the suffering is included in a scene created by me to satisfy myself. And it’s a fetish scene. I’m not a psycho that gets off by seeing someone getting beaten on the street. A scene like that could never excite me. I’m reciprocal, I feel sorry when I see sadness in someone. I’ve empathy for the human being; I’m a very loving person.

Donna - When we read your book, it’s hard to imagine you cuddling with your boyfriend while watching a movie on TV on a Saturday night…
DL - Of course I do that! He doesn’t need to be a masochist to be my boyfriend. I’m not going to spank or whip him if it’s not pleasurable to him. But of course, the same way, when a woman buys lingerie to spice the relationship, a man could - and should – do the same. There are small things that I care affective and sexually. I believe in marriage, in the complicity and partnership between 2 people that can last 30, 40, 50 years. Obviously with honesty and freedom for the people be as they want to be.

Donna - You were married for 11 years. Was your ex a masochist?
Mistress Dommenique
DL - No but he has a personality very similar to mine. He’s reciprocal, caring and he treated me like a queen, was open to new experiences and admired my courage on doing my job. He knew I could never be involved affectively with other men. But I wanted freedom to dominate them and carry on with my dreams. He never denied supporting me. We’re very happy.

Donna - What do your 10 years old son knows about your work?
DL - He knows a little bit about what I do. At this age, children often make a lot of questions, and I answer them under a limit, never imposing subjects or symbols that could interfere on his sexual education. I never let him see my accessories, for example. But I say I’m a dominatrix, that I interact with people that like doing me favors; and that my job is more or less like acting. And in this play, I impersonate a queen, while my clients assume the role of vassals to this queen.

Donna - Here in Brazil it’s really seldom a dominatrix show her faces and assumes her job. You seem to be OK with that.
DL - It’s not easy to assume. I never felt ashamed of my job, I love what I do, but I was concerned with the way my parents would deal with it. I couldn’t tell them, and because of that, I didn’t post my face on the internet. It was awful; I wanted to tell the world what I did. It didn’t make any sense hiding myself. Everything got better when I was invited to write this book. With it I gained legitimacy, a social recognition as a professional and a writer. I told my family about the book, and my father said: If that’s what you like, you’ll still being our daughter and receiving all our support. You just have to face the consequences”.

Donna - Your book is a lot more explicit then 50 Shades of Grey, whilst there are some similarities on certain parts. You sign a contract with a masochist, that starts living in your house, and you have control over his body for a whole month. And ask a client to count the lashes you give him. Are these merely coincidences?
DL - Signing contracts on a S&M relationship is rather old: since Sacher-Masoch (an Austro-Hungarian writer whose surname inspired the term “masochism”). His most famous romance; ”A Venus in Furs” (1870)tells the history of a couple that signs a servitude contract; the man on the role of a slave, and the woman on the role of a mistress. If someone really desires being a slave, signing a contract is mandatory. After all, I’m bringing into my house a person I seldom know. And counting the lashes is an usual practice in S&M. We can’t compare the two books; they’ve different approach and narrative. I didn’t write a romance, they’re real histories.

Donna - This obsession on controlling people, must appear in other points of your life. Isn’t it healthier, sometimes, being a little bit more flexible?
DL - No doubt about it. There was a time on witch I wanted to control everything: my clients, my future, my marriage, my son, my body – it needed to be thin and perfect -, my dominatrix look and my posture. Then we get to a moment where you say: “Everyone will do as you tell them to. As a result, my autonomic nervous system (that commands everything we don’t (breathing, digestion, blood pressure…) got unbalanced. I had tachycardia, my blood pressure got really high and I started panting. I had sort of a “panic attack”. My body was trying to tell me “No, you cannot control everything, and to show you that, I’ll ignore you, and I will work as it seems fit to me”. I start seeing a psychiatrist, eating instant noodle and I recognized that I also needed my submissive side.

Me, Dommenique
Donna - In your sessions, did anything gone wrong?
DL - Yes. Once I had a client that wanted to be in bondage. I’ve a black leather bag, with lots of buckles, and he wanted to be inside it: Motionless, from head to toe, incapable to speak or see anything. He told me to lock him there and leave. As I’m not stupid, I kept watching by the door. 2 minutes later he started struggling and moaning desperately. Of course, he gets off watching movies with people in bondage. His fetish was much more voyeuristic than masochistic. I went back to the room, told him to calm down,, that I was going to release him and then I gave his money back. He was SO frustrated, and so was I, cause he had promised me that I could do all I wanted to. I did nothing.

Donna - How is and what happens when a client contacts you for the first time?
DL - When I started working with BDSM, I posted a few questions on my website, to help me understand my client’s needs. Nowadays, it’s my clients who must fulfill my needs. The first contact occurs by email, and the first thing I need to know, is if they have any restriction to topics that I like the m most. I do not accept serious objections in 4 topics: spanking (intensity defined by the submissive tolerance), CBT, bondage and tease and denial.  Also, I’ve been avoiding sessions with subs without a certain level of experience. During the email exchange, I also ask whether if he’s married or have a girlfriend, to learn if can or cannot live marks on his body.

Donna - Do you have a high demand for your services?
DL - I used to have up to 5 clients per week. Today, I I’ve about 3 clients a month. Now, I choose my clients, but before I accepted anyone. Today, my priority is not only to make money, but to feel good within the lifestyle I chose. That’s the way I want it to be, I’m in charge. Don’t bother showing me a list of your fetishes. I don’t like, for instance, over exaggerate feminization. Dressing up a sub in latex, is cool,  but some want to wear mini-skirts, wigs… In my opinion, they look quiet ridiculous. I’m attracted by the male figure.

Donna - Seeing so many people getting pleasure by submitting, did you ever feel interested in submitting? 
DL - You’ve never tried being a botton, instead?
I sure did, with my ex. It didn’t work. Once, I’ve tried hot wax on my body, but I hated, it hurts too much. I rather do it on the others.