A Condessa Vermelha segundo Sacher Masoch


Erzsébet Bàthory (conhecida como Condessa Sangrenta) tinha obsessão pela juventude de seu corpo. Cirurgia plástica? Não na Idade Média! Ela se banhava em sangue, como acreditavam alguns médicos da época acreditavam; mas ela queria mais: sangue humano.

A Condessa fazia o seu “estoque” de sangue. Segundo páginas de seu processo, ela foi acusada e condenada pela morte de mais de seiscentas camponesas virgens. As vítimas eram sangradas vivas depois de um sádico ritual de torturas que deixariam a turma do Doi-Codi no chinelo. E para o sadismo não perder território, Erzsébet Bàthory é julgada e torturada por um tribunal da Santa Inquisição e condenada ao emparedamento. Viva.

As cenas de fetiche e tortura, magistralmente retratadas por Pichard, conseguem captar exatamente o clima que Sacher-Masoch quis criar.

A história da nossa amiguinha Erzsébet Bàthory já rendeu vários livros com suas histórias sanguinárias, além de 3 filmes. E esta HQ de Pichard é praticamente obrigatória para quem gosta de um bom quadrinho erótico.

Ilustrações: Georges Pichard
Adaptação: J. M. Lo Duca
Editora: Martins Fontes


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