Existe? Olha que dá um bom fetiche, hein.

Quando nos deparamos com o erótico, sexual, esteticamente novo, explorar recursos na arte em geral - cinema, literatura, fotografia, música - é inspirador e até didático. Temos mais matéria prima pra efetuar julgamentos sobre julgamentos e relativizar nosso padrão moral, e quem sabe até aproximar-nos de conceitos primitivos do próprio ego. No final das contas, afinamos a sensibilidade.
A forma mais fácil e branda de entender que, para alguns, dor é prazer; que a dominação e a submissão podem ser expressões amorosas - como tantas outras formas de amor culturalmente datadas - e que açoites podem potencializar a resposta erótica, é entrando em contato com narrativas literárias e musicais e, melhor ainda, conhecer a vida e história dos autores; assistir e ruminar alguns filmes que estão relacionados a essas experiências, observar imagens e fazer um exercício simples de observação do pensamento/emoção imediato que temos, sem balela moral. 
Em alguns posts pretendo citar o que tá no balaião, tudo já muito conhecido do público fetichista; mas não custa relembrar... e outras matérias e produções que, até que eu encontre meus irmãozinhos iguais, só eu "fetichizo", haha. Afinal, tudo que é sólido se desmancha no ar... acho digno (sério).
Na sequência.
Só vou dar uma descansada no braço.

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