A arte de Chet Zar

Quem convive comigo sabe do meu fetiche profundo por máscaras. Não qualquer uma; máscaras de carnaval purpurinadas não entram na lista... gosto das que não desfiguram ou reordenam as feições humanas ou que, simplesmente, as deixem incógnitas.
Máscaras de gás estão entre as minhas preferidas. O apelo estético é, no mínimo, misterioso. A visão dela é maravilhosa; e quem observa é muito estilmulado pelo som da respiração – principalmente se entrecortada por angústia, medo, apreensão  e “até” desejo, pra não dizer que não falei das sensações mais conhecidas. Tenso!
É de praxe a minha procura constante por imagens (ah, como fetichista gosta de imagens...) que refletem minhas taras. Começo lhes apresentando Chet Zar.
Chet Zar é um artista que executa pinturas, desenhos e gravuras que considero muito estimulantes a quem gosta das máscaras e do “reordenamento” do corpo. 
As máscaras – em Chet Zar já organicamente incorporadas – são, no mínimo, uma nova experiência visual.

Um comentário:

  1. A apreciação da arte das máscaras como substituição pelo rosto humano é associada a peças artificiais, Senhora?
    Um rosto desfigurado, pode alcançar um estado semelhante da Tua atenção?

    p.s.: eu havia feito um comentário no post Arte e transfiguração, Senhora. O mesmo não Lhe agradou? Ou o mesmo foi perdido? (foi o primeiro que eu fiz).

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